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CUT-CE e centrais defendem serviço público e manutenção do auxílio emergencial

O ato simbólico ocorreu na manhã desta quinta-feira (10/12) na Praça do Ferreira, em Fortaleza

Publicado: 10 Dezembro, 2020 - 12h18 | Última modificação: 10 Dezembro, 2020 - 12h54

Escrito por: Redação CUT

Thainá Duete/CUT-CE
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A CUT Ceará, demais centrais sindicais, a Frente Brasil Popular e entidades que defendem as empresas estatais e o serviço público das três esferas – federal, estadual e municipal – realizaram, na manhã desta quinta-feira (10/12), ato simbólico em defesa do setor público, contra a reforma Administrativa (PEC 32/2020) proposta por Jair Bolsonaro (ex-PSL) e pela manutenção do auxílio emergencial de R$ 600, na Praça do Ferreira, no Centro de Fortaleza.

A atividade fez parte de uma mobilização nacional contra a reforma Administrativa e em defesa das estatais e do serviço público, convocada pela CUT Brasil, com atos presenciais e virtuais realizados em diversos locais do país. As ações coordenadas denunciaram nas ruas e nas redes os riscos que o governo de Jair Bolsonaro causará com seus projetos de privatização de estatais estratégicas para o Brasil e a reforma Administrativa, que ataca servidores e sucateia o serviço público prestado à população.

“Estamos mobilizando a classe trabalhadora para enfrentar os ataques de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes ao serviço público porque, no fim das contas, somos nós que pagaremos a conta dessas atitudes desastrosas do governo que podem afetar severamente o acesso dos que mais necessitam aos serviços básicos de saúde e educação, por exemplo,”, afirmou o presidente da CUT Ceará, Wil Pereira, ao destacar que a reforma Administrativa tem como objetivo desmontar o serviço público.

Thainá DueteThainá Duete

Auxílio emergencial

De acordo com Wil Pereira, o aumento do desemprego, da inflação e o agravamento da crise econômica no Brasil se devem a falta de comprometimento do Governo com medidas de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. Diante deste cenário, segundo o dirigente, o ato também alertou sobre a necessidade de se manter o auxílio emergencial de R$ 600, em um momento em que o país se aproxima de uma segunda onda de infecções da doença.

“Foram as centrais sindicais e os partidos de oposição que pressionaram o Congresso para que aprovasse o pagamento do auxílio. Agora a nossa luta é pela manutenção do benefício, para que os que mais necessitam passem pela crise sem passar fome. Se o auxílio emergencial não continuar em 2021 ou enquanto a pandemia não estiver controlada, a situação social do país vai se agravar ainda mais. Sabemos que é isso que Bolsonaro e Guedes desejam, mas não vamos deixar”, destacou o dirigente.