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CUT manifesta solidariedade ao padre Lino, vítima de fanatismo e ódio bolsonarista

O sacerdote precisou ser afastado da Paróquia da Paz por segurança, após sofrer ameaças por mensagens via WhatsApp

Publicado: 20 Julho, 2021 - 11h00 | Última modificação: 20 Julho, 2021 - 14h40

Escrito por: Redação CUT

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A Central Única dos Trabalhadores (CUT-CE) manifesta solidariedade ao padre Lino Allegri, vítima de fanatismo e ódio bolsonarista por parte de um grupo de fiéis católicos que frequentam a igreja da Paz, em Fortaleza. Membro da Pastoral do Povo da Rua da Arquidiocese de Fortaleza, o padre Lino precisou ser afastado da Paróquia por segurança, após sofrer ameaças por mensagens via WhatsApp.

Todas e todos nós que conhecemos o padre Lino sabemos que ele utiliza a mensagem cristã para distribuir amor, compaixão e solidariedade, sobretudo com aqueles que mais precisam. Muito diferente daqueles que utilizam a intolerância, o autoritarismo e a violência para perseguir quem denuncia as mais de 542 mil mortes por coronavírus ocasionadas por uma política negacionista e genocida promovida pelo governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL).

As ameaças sofridas pelo sacerdote são inaceitáveis. Portanto, ao mesmo tempo em que prestamos solidariedade ao padre Lino e aos fiéis da Paróquia da Paz, repudiamos todo e qualquer ato de intolerância e fundamentalismo. Queremos um país cada vez mais justo, igualitário e fraterno e sem posturas antidemocráticas.

O ódio não vencerá!

Força, padre Lino!

 

Direção-executiva da CUT-CE

Fortaleza, 19 de julho de 2021